Dolly Polasek, 59, comunicadora social por formação, jornalista e fotógrafa, por necessidade vital. Artista de nascimento. Uma quase idosa com pretensões de se engajar na causa, como nos velhos tempos das lutas ideais. Ama a arte e a cultura popular. Viveu a efervescência cultural e política, as mudanças dos costumes nos anos 70, no Rio de Janeiro, onde estudou e morou por 15 anos.
Veio à Paranaguá em 1967de Porto União da Vitória. Em 1973 foi para o Rio e em 1988 voltou para “o último lugar do mundo que gostaria de vir morar”, mas o destino
foi mais forte e aqui, em Paranaguá, aos 41 anos, finalmente começou efetivamente a carreira de jornalista que tanto foi buscar fora. Estas reviravoltas, só lhe mostraram a força da fé e que é Deus que está no comando. Descobriu Jesus Cristo na vivência e tenta seguir os seus ensinamentos.
Fez parte da Geração 80 através da Oficina de Escultura do Museu do Ingá, em Niterói.
Foi em Niterói que conheceu Edmundo Guimarães, há 27 anos. O casal tem dois filhos, Pedro Willi, 26 e, Lucas Yves, 24.

Edmundo Morando Guimarães, 54, é um artista e passageiro do tempo como qualquer um de nós. Como ele costuma dizer “ Para sobreviver, tem que ser artista” e Edmundo, nascido em 1957 com pouco mais de 6 meses de gestação, sabe muito bem o quê diz.
Nascido e criado em São Paulo, fez parte da geração Augusta e Ibirapuera, nos anos 70 e 80 onde diferentes formas de linguagem e expressões se formaram. Assistia a Jovem Guarda ao vivo e, amigo dos Mutantes acompanhou a fase histórica do rock nacional.
Estudou biomedicina e, por incompatibilidade e inquietação abandonou o curso para trabalhar com computação. Estreiou na primeira geração dos PC’s, mudando assim o rumo da sua vida. Hoje, morando em Paranaguá, ele emprega, há dez anos, estas formas de visão de mundo no primeiro site de foto reportagens do Brasil, principalmente como responsável técnico pela atualização do site e fotógrafo.